Ao longo do processo, é possível:
Sob uma perspectiva psicanalítica, entende-se que cada transição convoca algo singular e que o novo não se constrói sem que algo do antigo seja simbolizado.
A aposentadoria, nesse sentido, não é um fim, mas um tempo de reelaboração, onde o sujeito pode se reposicionar diante de si, do tempo e do próprio desejo.